Calculadora de financiamento de veículo
Calcule as parcelas mensais do carro e o custo total.
Resultados
Parcela mensal
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Como usar esta calculadora de financiamento de veículo
Nossa calculadora gratuita de financiamento de veículos ajuda você a estimar as parcelas mensais do seu carro. Informe o preço do veículo, a entrada, o valor do usado na troca, a taxa de juros e o prazo do financiamento para obter resultados precisos.
Entender o financiamento do seu veículo ajuda você a planejar o orçamento para o novo carro e comparar diferentes opções de financiamento.
Perguntas frequentes
Como é calculada a parcela mensal do financiamento de veículo?
A parcela mensal do financiamento de veículo é calculada usando o valor financiado (preço do veículo menos a entrada), a taxa de juros anual e o prazo do financiamento em meses.
O que afeta a taxa de juros do meu financiamento de veículo?
A taxa do seu financiamento é influenciada pelo seu score de crédito, valor da entrada, prazo do financiamento, idade do veículo e se você possui um avalista.
Devo escolher um prazo de financiamento mais longo ou mais curto?
Um prazo mais curto significa parcelas mensais maiores, porém menos juros no total. Um prazo mais longo tem parcelas menores, porém mais juros pagos ao longo do tempo.
Visão geral
O financiamento de veículo é a dívida parcelada mais comum depois da hipoteca, e a parcela mensal é o número que decide qual carro cabe de fato no orçamento. A calculadora abaixo usa a mesma fórmula de amortização de uma hipoteca: informe o valor do empréstimo, o APR e o prazo em meses, e o resultado é a parcela mensal fixa, o total de juros no empréstimo e o custo total do carro incluindo juros.
Os prazos de financiamento de veículos são curtos em comparação com hipotecas, mais frequentemente 36, 48, 60 ou 72 meses, e as taxas costumam ser menores que as de cartão de crédito ou empréstimo pessoal. Um empréstimo de 60 meses a 7% sobre R$ 150.000 tem uma parcela mensal próxima de R$ 2.970, com cerca de R$ 28.200 em juros. Esticar o mesmo empréstimo para 72 meses reduz a parcela para cerca de R$ 2.545, mas empurra o total de juros para aproximadamente R$ 33.250, mil reais a mais por um ano extra de parcelas. Esse é o trade-off básico: prazo mais longo significa parcelas menores, custo total maior.
Novo versus usado importa tanto no preço quanto na taxa. Um carro novo perde 20% a 30% do seu valor no primeiro ano, então financiar um usado normalmente significa um empréstimo menor e uma curva de depreciação mais lenta. As taxas de carros usados costumam ser 1 a 3 pontos percentuais maiores que as de novos, o que compensa parcialmente essa vantagem. Alugar versus comprar é a outra grande decisão. Um leasing é essencialmente uma locação de longo prazo com limite de quilometragem, sem formação de patrimônio e devolução do carro no final. A compra mantém o bem e permite que o dono dirija enquanto ele funcionar.
A calculadora também é útil para testar extras: incluir o imposto sobre vendas no empréstimo, adicionar um usado na troca ou simular um pagamento balão no final. Vale rodar os números antes de ir à concessionária, pois a mesma parcela mensal pode esconder custos totais muito diferentes dependendo do prazo.
Como usar
- Informe o preço do veículo, a entrada ou o valor do usado na troca, e eventuais taxas ou imposto sobre vendas para encontrar o valor real do empréstimo.
- Informe o APR (taxa percentual anual) como percentual e o prazo do empréstimo em meses. Prazos comuns são 36, 48, 60 e 72.
- Clique em calcular para ver a parcela mensal, o total de juros pago e o custo total do veículo ao longo do empréstimo.
- Execute novamente com prazos diferentes, uma entrada maior ou descontos da concessionária para comparar o custo total de cada opção.
Fórmula
Como interpretar os resultados
A parcela mensal é o número principal para verificar o encaixe no orçamento. O total de juros é o custo de tomar emprestado acima do preço do carro, e o custo total é o que o veículo realmente custa ao longo do prazo. Como regra, financiar um carro por mais de cinco anos significa pagar juros significativos sobre um bem que se desvaloriza, o que é um mau negócio no papel, mas às vezes é a única forma de manter a parcela mensal administrável.